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″Jogamos futebol há 113 anos, 111 deles sem Haaland″

Redação

Hans-Joachim Watzke garantiu que a saída, praticamente selada, do astro norueguês não vai comprometer o futuro do clube

Hans-Joachim Watzke, CEO do Dortmund, garantiu esta terça-feira que a saída de Haaland não é nenhum cenário apocalíptico para o clube, isto por estar habituado a ver sair as maiores estrelas e a encontrar prontamente um substituto à altura.

“Este é o único caminho para nós, porque quando um jogador se sai muito bem, temos que lutar contra os grandes, grandes clubes que têm oligarcas e países árabes atrás. E não podemos vencer essa luta”, começou por confessar à CNN.

Sobre a situação de Haaland, que estará em vias de assinar pelo Manchester Metropolis, Watzke não se quis pronunciar muito, revelando apenas que “quando chegar a hora”, o norueguês informará o clube se irá sair ou não.

Em todo o caso, o dirigente assegurou que, mesmo se Haaland sair, não é por isso que o Dortmund entrará numa espiral negativa, uma vez que o clube está preparado para acautelar a saída do goleador, tal como fez no passado com estrelas como Lewandowski ou Aubameyang.

“Jogamos futebol há 113 anos, 111 deles sem Haaland. Tivemos Robert Lewandowski e depois ele saiu em 2014, mas jogámos futebol em 2015, 2016, 2017… até agora. Depois veio Aubameyang e depois Haaland. Podem ter certeza de que, se Erling [Haaland] tomar a decisão de nos deixar, encontraremos o próximo [avançado]”, concluiu.



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