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No sei o que um drbi? J sa de um estdio num tanque :: zerozero.pt

Vítor Pereira  tem estado a ter um bom início de carreira ao leme do Corinthians e, neste momento, lidera o Brasileirão de forma isolada, com mais um ponto que o RB Bragantino e o Atlético Mineiro, campeão em título. Após vencer o Fortaleza por 1-0, o técnico português foi questionado sobre algumas das suas escolhas e não se deixou a meias palavras.

«Aqui no Brasil, nem sequer temos tempo para estar doentes. Acabei o jogo, amanhã [segunda-feira] já vamos viajar, está louco, o calendário não nos permite respirar um bocadinho. Ganhamos, vamos desfrutar um bocadinho… Não! Já vamos pensar no jogo contra o Cali. Antes desse jogo, já tive que pensar no jogo contra o Cali, mas hoje não consegui fazer a gestão que eu queria, pois na 1ª parte tivemos mais dificuldades do que aquilo que imaginei. Agora vamos ter que pensar no Cali, que vai ser duro, muito físico, vamos a partir de hoje pensar nesse jogo. De facto, a gestão não foi como eu queria. Queria ter tido a oportunidade de gerir o Willian e o Maycon, e não foi possível», começou por referir Vítor Pereira.

Nos últimos tempos, depois de empatar com o Portuguesa por 1-1 e perder com o Palmeiras por 3-0, o técnico português foi questionado sobre a rotação que fez da equipa, sendo acusado de não saber o verdadeiro significado de um dérbi. O treinador luso não deixou os críticos sem resposta e lembrou os tempos dos dérbis que viveu na Turquia.

«Quando decidimos recuperar jogadores na Copa do Brasil disseram que eu não sabia o que period um dérbi. Não sei o que é um Dérbi? Vocês sabem quantos dérbis já joguei na minha vida? Joguei dérbis atrás de dérbis em países em que eles matam, eles nem nos deixam sair. Eu já saí de tanque de guerra de um estádio, do estádio até o aeroporto, na Turquia. Vão dizer-me que não sei o que é um dérbi? Não brinquem comigo. Pensando no dérbi contra o Palmeiras, o que fizemos? Vamos arriscar no jogo da Copa, deixa-los recuperar para chegar ao jogo do Palmeiras e do Boca fortes. Sabem o que nos aconteceu? Azar! Por muito azar, nessa semana tivemos vários casos de gripe. Quando chegámos do jogo da Copa do Brasil, estavam não sei quantos jogadores doentes, com dores, febre, dificuldades respiratórias. A ideia period chegar para enfrentar o Palmeiras no ápice da nossa força, mas chegámos ao dia do jogo com jogadores a dizer que não poderiam jogar. E criticam a mim, porque não sabem», começou por explicar.

«Eu não vim porque foi determinado pelo clube que não haveria conferência de imprensa, senão eu teria vindo, porque gosto de dar a cara, assumo as responsabilidades. Para falar, as pessoas têm que ter informação. Vim envergonhado, porquê? Uma equipa minha a jogar daquela forma custou-me, foi uma facada que levei no peito. O que fizemos com o Boca? Demos a resposta. Se tivéssemos jogado com a equipa dita titular, andaríamos a arrastar-nos contra o Boca, não teríamos qualquer hipótese. Temos que ter um bocadinho de consciência, perceber que a única forma de manter o Corinthians competitivo nas diferentes competições… Temos que nos manter vivos no Brasileirão, na Copa, onde vamos ter an opportunity de jogar em casa, e na Libertadores. O jogador é muito bom, mas se não tem gasolina, o que vou fazer? Vou com ele para o campo?», concluiu.



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