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Tecnológicas israelitas viram-se para Portugal e Polónia devido à guerra na Ucrânia – Invasão da Ucrânia



Há muito que as empresas do setor tecnológico israelita recorrem às contratações noutros países, à procura de trabalhadores qualificados e com menores salários. A Ucrânia, period um desses países, mas o conflito que está a assolar o país está a obrigar a mudanças de planos. 

Conforme conta o jornal israelita Haaretz, a indústria tecnológica de Israel elegeu a Ucrânia como um dos principais destinos para contratar trabalhadores ‘offshore’, ainda que os salários dos programadores tenham vindo a aumentar nos últimos anos. Segundo este meio de comunicação, pelo menos 15 mil trabalhadores ucranianos prestavam serviços a empresas israelitas.

Com a guerra e com milhões de ucranianos a abandonar o país, Israel procura agora alternativas noutros países. De acordo com os números avançados por este jornal, países como a Polónia, Bulgária, Roménia ou Portugal. 

A companhia israelita AMAN Group, por exemplo, tem planos para expandir o número de trabalhadores em Portugal. Conforme conta o CEO, Ben Pasternak, ao jornal israelita, já emprega 400 pessoas em Portugal, distribuídas por Lisboa e Porto, e outras 350 na Polónia. 

Portugal é referido como um destino “em voga”, mas onde o número de programadores disponíveis fica aquém de países como a Polónia, por exemplo. 

A EER International, uma empresa de recrutamento world que auxiliava empresas do setor tecnológico israelita a contratar na Ucrânia, explica que muitas das empresas com centros na Ucrânia e trabalhadores no país não deverão encerrar a atividade no país, mas poderão ajudar os trabalhadores a mudar-se para países vizinhos. “Apesar da situação [na Ucrânia] acreditamos que estas empresas não vão encerrar a atividade no país – definitivamente considerando as relações profissionais e pessoas construídas ao longo dos anos e deverão preferir oferecer aos trabalhadores uma relocalização para países vizinhos, como a Polónia”, explicam Miri Gal Burt e Oded Rosenblum ao jornal israelita.

Já fora da Europa, também o Nepal é apontado como um possível destino para alguns destes centros de competências. 





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