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promoção é aposta para ″um futuro próximo″


A fronteira que separa a Ucrânia da Polónia é uma fina linha de esperança para os refugiados que procuram segurança no país vizinho. Em duas semanas, 1,7 milhões de ucranianos chegaram à Polónia fugidos do conflito armado com a Rússia, de acordo com os números atualizados esta semana pelas autoridades polacas.


A Polónia é o país que mais ucranianos recebeu e é a principal casa de quem procura abrigo da guerra. A proximidade com a zona de conflito tem pesado na fatura a pagar e o turismo tem sido um dos setores afetados.


“O preço que a Polónia está a pagar neste momento, no que diz respeito ao turismo, é o abrandamento das reservas”, explica ao Dinheiro Vivo Agata Witoslawska, diretora do Turismo da Polónia para Espanha e Portugal.


As intenções de viajar para a Polónia abrandaram. O turismo native tem sido uma peça fulcral na engrenagem da ajuda polaca aos ucranianos que ali chegam.


Num relato publicado esta quinta-feira pelo The New York Instances, lê-se que os hotéis são as novas casas temporárias dos ucranianos, as salas de conferências das unidades hoteleiras transformam-se em salas de jogos para crianças e as empresas de transfers apoiam com transporte e, nalguns casos, oferecem visitas pela cidade aos recém-chegados para que possam conhecer o novo lugar onde vão morar.

“Os polacos têm feito um bom trabalho. Estou orgulhosa de recebermos os refugiados de braços abertos”, elogia a responsável.


O turismo está a andar a um ritmo mais lento mas não parou. Agata Witoslawska garante que para os “que não mudaram de ideias” em visitar o país, têm ao dispor todas as infraestruturas a operar normalmente como restaurantes, hotéis e atrações turísticas.





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