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Procurador salva Cristiano Ronaldo de prisão nos EUA – a Ferver

Cristiano Ronaldo nega as acusações de violação e diz que sexo foi consentido

Um procurador rejeitou as provas da polícia de Las Vegas, Estados Unidos, no caso em que Cristiano Ronaldo é acusado de ter violado Kathryn Mayorga, evitando assim a detenção do craque.

Este novo dado da investigação foi avançado pelo jornal ‘The Sun’, que acrescenta que as autoridades até terão assinado um mandado de prisão para o jogador português, mas Steve Wolfson, procurador distrital do condado de Clark (Nevada), decidiu não dar andamento ao processo. De acordo com a publicação, fê-lo sem avançar “qualquer explicação”.

“A polícia acreditava ter provas para o processar por agressão sexual”, afirmou Leslie Mark Stovall, advogado que representa a norte-americana. Cristiano Ronaldo sempre negou veementemente ter violado Mayorga (que conheceu numa discoteca), defendendo que o ato sexual foi consentido.
Em 2019, a Justiça norte-americana ilibou o craque dos abusos num hotel de Las Vegas em julho de 2009. A Procuradoria de Clark County concluiu que as alegações da ex-modelo não podiam ser provadas “para além de dúvida razoável”. Para a decisão também contou o facto de Mayorga se ter recusado identificar o agressor na altura dos factos e de ter assinado um acordo de confidencialidade, em 2010, no valor de 324 mil euros.

Entretanto, motivada pelo movimento #metoo decidiu quebrar o silêncio, afirmando que sofreu de depressão e stress pós-traumático após a alegada agressão sexual. Nesse sentido, exigia 65 milhões de euros a CR7 “pela dor e sofrimento” causados. Sobre o acordo assinado para se manter em silêncio, a equipa de advogados da norte-americana referiu que esta tinha dificuldades cognitivas em criança e que foi pressionada pelos representantes do agora jogador do Manchester United. O caso foi revelado em 2017 pela revista ‘Der Spiegel’.



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